18 days and counting
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Meio ano
Já passaram seis meses. E no entanto, na maior parte do tempo, tudo me parece ainda um enorme e aterrador pesadelo do qual vou acordar um dia.
Mas depois há dias como o de hoje, em que a realidade me cai em cima com tal força e tamanho peso que se torna difícil de respirar.
Precisava tanto do teu colo.
Mas depois há dias como o de hoje, em que a realidade me cai em cima com tal força e tamanho peso que se torna difícil de respirar.
Precisava tanto do teu colo.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Haiti
"Em Portugal e por todo o mundo, são já muitas as campanhas de solidariedade em curso para permitir a cidadãos anónimos ajudar na resposta à catástrofe que assolou o Haiti na terça-feira.
Chamadas de valor acrescentado
A forma mais fácil de ajudar é fazendo uma chamada de valor acrescentado, em que uma quantia lhe é debitada no saldo do telemóvel ou na conta do telefone fixo.
A Portugal Telecom e a TMN lançaram hoje uma campanha de apoio às vítimas do sismo do Haiti disponibilizando uma linha telefónica cujos ganhos reverterão a favor da AMI, Cruz Vermelha e Médicos do Mundo em missão naquele país. A chamada custa 60 cêntimos (+IVA) e deve ser feita para o número 760 206 206.
Cruz Vermelha Portuguesa
A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) vai enviar para o Haiti 25 mil euros do seu Fundo de Emergência para ajudar as vítimas do violento sismo de terça-feira e lançou uma campanha para a recolha de mais donativos.
O lema da campanha é "Ajude o Haiti, agora!" e os donativos para o Fundo de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa - apelo vítimas do Haiti - podem ser realizados nas caixas multibanco ou através de 'netbanking', na opção 'pagamento de serviços', marcando 20999 na entidade e 999 999 999 na referência.
Poderá ainda ser feito um depósito ou transferência bancária para as contas CVP - Fundo de Emergência, disponíveis em nove instituições bancárias ou através de um cheque ou vale postal pagável à CVP - Fundo de Emergência, Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa (Jardim 09 de Abril, n.º1 a 5, 1249-083, Lisboa).
Cáritas Portuguesa
A associação lançou uma campanha de solidariedade e disponibilizou de imediato uma verba de 5 mil euros à Cáritas do Haiti para ajudar as vítimas do sismo de terça-feira.
A organização espera que, tal como aconteceu em campanhas anteriores, o povo português "dê uma resposta ampla, generosa e inequívoca" perante a devastação que atingiu este país das Caraíbas. Quem quiser contribuir pode "fazer o seu donativo na conta «Cáritas Ajuda Haiti», com o NIB 003506970063000753053, da Caixa Geral de Depósitos..
AMI
A Assistência Médica Internacional também lançou uma campanha para a sua missão de emergência no Haiti, que envia hoje para aquele país uma equipa exploratória cujo objectivo e fazer um levantamento das necessidades das zonas afectadas pelo sismo.
A AMI apela aos donativos para ajudar a "reconstruir as vidas que ficaram destruídas". Para contribuir, pode fazer uma transferência bancária através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672; no Multibanco, basta seleccionar o menu "Pagamento de Serviços" e inserir Entidade: 20909 Referência 909 909 909 e a quantia que escolheu doar.
UNICEF
A UNICEF, com equipas de emergência no Haiti, pôs em prática "um apelo urgente" à contribuição para ajudar as vítimas do sismo. Em comunicado, explica que "os fundos são urgentemente necessários para proporcionar água potável, abrigo temporário, artigos de saúde essenciais e outros bens de primeira necessidade."
É possível contribuir a partir deste link, preenchendo um formulário que permite duas opções: seleccionando a opção de gerar, automaticamente, uma referência multibanco, ou inserindo o número de cartão de crédito - a UNICEF garante a segurança da transacção através da Internet.
Oikos
A Oikos anunciou hoje que está a preparar uma intervenção no Haiti e apelou à solidariedade dos portugueses para contribuírem para a campanha em curso através de donativos numa conta aberta na Caixa Geral de Depósitos.
A resposta humanitária da Oikos estende-se por três fases, passando pela ajuda na emergência, reabilitação e apoio ao desenvolvimento, privilegiando o apoio ao nível da água e saneamento, abrigo temporário e alimentação.
No âmbito da campanha "Emergência no Haiti", a Oikos destinou uma conta a donativos: 0035 0355 00029529630 85."
Sugestões tiradas daqui. Porque custa tão pouco e pode fazer a diferença para quem perdeu tudo.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Notas de início de ano
É verdade, ainda não tinha escrito em 2010. Um pouco por preguiça, um pouco por falta de tempo e um pouco por falta de vontade.
Parece que 2009 acabou mesmo. Não levou consigo todas as dificuldades que trouxe, mas pelo menos, terminou de vez. Infelizmente culminou em mais uma notícia triste, mesmo no último dia, que espero que tenha encerrado definitivamente o ciclo de negrume que se apoderou de mim e de muitos dos que me rodeiam nesse ano que findou.
E agora, 2010. Não sei ainda que pensar sobre este ano, nem o que esperar dele. Pessoalmente, gostava muito que se confirmassem as previsões mais optimistas de que este será o ano da retoma... Retoma da economia mundial, da conjuntura socio-económica nacional e da minha própria conjuntura pessoal, emocional e profissional. Wouldn't that be great?
Na impossibilidade de fazer previsões fundamentadas, deixo-vos as minhas primeiras notas soltas (qual António Vitorino) sobre alguns fait-divers que marcam o início do ano:
- Estou farta de chuva até à ponta dos cabelos! Não me lembro das últimas 24 horas em que não choveu em Lisboa e isto começa a ser um bocado aborrecido/depressivo. Se é para isto, volto para Bruxelas, que o clima é o mesmo e sempre estou no centro da Europa.
- As já famosas fotografias de Clara Pinto Correia são absolutamente nauseantes. Hediondas, mesmo. Não há ali nada de belo, original, artístico ou sequer remotamente erótico. É só a cara de uma tipa que já tinha idade para ter juízo, com expressão de quem está, ora a dormir, ora a ser torturada. Depois do plágiogate e da figura triste no Dança Comigo, já era tempo de a senhora ganhar juízo e ter consideração pelos filhos e, já agora, por nós todos também.
- O Laurent Filipe é a coisa mais fofa, charmosa, inteligente e sexy que apareceu na televisão portuguesa nos últimos tempos. Se a Sra. D. sua esposa por acaso passar por aqui, é favor deixar uma notinha nos comentários a explicar brevemente como é que se consegue casar com um homem assim.
- O meu trabalho está-me a enlouquecer. A minha tolerância para a estupidez humana tem vindo a diminuir consideravelmente nos últimos tempos e isso dificulta a execução de um trabalho que consiste justamente em tentar comunicar, por via oral e escrita e em várias línguas, com gente miticamente estúpida. Se alguém tiver por aí à mão um trabalhinho jeitoso e bem pago numa Instuição Internacional, numa embaixada ou numa ONGzinha, ficaria muito agradecida.
- Primeiro projecto do ano: viagem a Amesterdão. Estou mesmo a precisar de sair daqui, mudar de ares, descansar, basicamente sentir-me livre e fazer o que me apetece. Para conseguir isto tudo num só sítio, nada melhor do que Amesterdão. Cidade que conheço e adoro, mas onde muito ficou por ver e fazer, e que é capaz tanto de me transmitir uma imensa paz, como de inspirar a veia para a loucura. Se tudo correr bem, a meio do mês que vem lá estarei para passar uns belos diazinhos de relax.
And that's all for now, folks! I'll keep you posted!
Parece que 2009 acabou mesmo. Não levou consigo todas as dificuldades que trouxe, mas pelo menos, terminou de vez. Infelizmente culminou em mais uma notícia triste, mesmo no último dia, que espero que tenha encerrado definitivamente o ciclo de negrume que se apoderou de mim e de muitos dos que me rodeiam nesse ano que findou.
E agora, 2010. Não sei ainda que pensar sobre este ano, nem o que esperar dele. Pessoalmente, gostava muito que se confirmassem as previsões mais optimistas de que este será o ano da retoma... Retoma da economia mundial, da conjuntura socio-económica nacional e da minha própria conjuntura pessoal, emocional e profissional. Wouldn't that be great?
Na impossibilidade de fazer previsões fundamentadas, deixo-vos as minhas primeiras notas soltas (qual António Vitorino) sobre alguns fait-divers que marcam o início do ano:
- Estou farta de chuva até à ponta dos cabelos! Não me lembro das últimas 24 horas em que não choveu em Lisboa e isto começa a ser um bocado aborrecido/depressivo. Se é para isto, volto para Bruxelas, que o clima é o mesmo e sempre estou no centro da Europa.
- As já famosas fotografias de Clara Pinto Correia são absolutamente nauseantes. Hediondas, mesmo. Não há ali nada de belo, original, artístico ou sequer remotamente erótico. É só a cara de uma tipa que já tinha idade para ter juízo, com expressão de quem está, ora a dormir, ora a ser torturada. Depois do plágiogate e da figura triste no Dança Comigo, já era tempo de a senhora ganhar juízo e ter consideração pelos filhos e, já agora, por nós todos também.
- O Laurent Filipe é a coisa mais fofa, charmosa, inteligente e sexy que apareceu na televisão portuguesa nos últimos tempos. Se a Sra. D. sua esposa por acaso passar por aqui, é favor deixar uma notinha nos comentários a explicar brevemente como é que se consegue casar com um homem assim.
- O meu trabalho está-me a enlouquecer. A minha tolerância para a estupidez humana tem vindo a diminuir consideravelmente nos últimos tempos e isso dificulta a execução de um trabalho que consiste justamente em tentar comunicar, por via oral e escrita e em várias línguas, com gente miticamente estúpida. Se alguém tiver por aí à mão um trabalhinho jeitoso e bem pago numa Instuição Internacional, numa embaixada ou numa ONGzinha, ficaria muito agradecida.
- Primeiro projecto do ano: viagem a Amesterdão. Estou mesmo a precisar de sair daqui, mudar de ares, descansar, basicamente sentir-me livre e fazer o que me apetece. Para conseguir isto tudo num só sítio, nada melhor do que Amesterdão. Cidade que conheço e adoro, mas onde muito ficou por ver e fazer, e que é capaz tanto de me transmitir uma imensa paz, como de inspirar a veia para a loucura. Se tudo correr bem, a meio do mês que vem lá estarei para passar uns belos diazinhos de relax.
And that's all for now, folks! I'll keep you posted!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
One Holiday down, one to go
E parece que sobrevivi ao Natal... Com dificuldade, mas sobrevivi.
Para conseguir tal feito, usei uma técnica muito conhecida do sexo feminino:
Mandei as lágrimas, a tristeza, a frustração e as esmagadoras saudades pela goela abaixo e pus muita comida por cima para empurrar. Estou portanto um pote, mas pelo menos não passei 24h horas a bater com a cabeça nas paredes.
Apesar de doloroso, foi bom ter os irmãos e a sobrinhada por perto, porque mesmo nos piores momentos, as crianças conseguem sempre fazer ou dizer qualquer coisa que nos faz sorrir.
E entretanto, fiquei ainda com mais certeza de que o meu Pai é o meu herói, que suportou este Natal e o seu sexagésimo aniversário estoicamente.
Próxima etapa: Ano Novo... Este ano, tenho grandes mixed feelings em relação a esta data: por um lado, só queria que chegasse depressa a meia-noite do dia 1 de Janeiro para poder dar finalmente como terminado o pior ano da minha vida. Por outro, nesta altura em que por todo o lado se fazem planos e balanços, é-me impossível não olhar para estes meses de sofrimento, angústia e luto sem lembrar que há momentos que nunca poderei recuperar, coisas que nunca mais poderei viver e que eu própria nunca mais serei a mesma.
Racionalmente e sem qualquer vontade de vitimização, é-me verdadeiramente difícil encontrar motivos para olhar com esperança para 2010. Sei que preciso urgentemente de mudança, mas não encontro o modo de a concretizar e isso faz-me temer que este seja mais um ano de expectativas goradas.
Mas tenho de encontrar maneira de encarar o início do novo ano como uma porta para 12 meses de novas e melhores possibilidades . E vou encontrar...Nem que seja, na madrugada de dia 1, no fundo de uma garrafa qualquer.
I'll let you know.
Para conseguir tal feito, usei uma técnica muito conhecida do sexo feminino:
Mandei as lágrimas, a tristeza, a frustração e as esmagadoras saudades pela goela abaixo e pus muita comida por cima para empurrar. Estou portanto um pote, mas pelo menos não passei 24h horas a bater com a cabeça nas paredes.
Apesar de doloroso, foi bom ter os irmãos e a sobrinhada por perto, porque mesmo nos piores momentos, as crianças conseguem sempre fazer ou dizer qualquer coisa que nos faz sorrir.
E entretanto, fiquei ainda com mais certeza de que o meu Pai é o meu herói, que suportou este Natal e o seu sexagésimo aniversário estoicamente.
Próxima etapa: Ano Novo... Este ano, tenho grandes mixed feelings em relação a esta data: por um lado, só queria que chegasse depressa a meia-noite do dia 1 de Janeiro para poder dar finalmente como terminado o pior ano da minha vida. Por outro, nesta altura em que por todo o lado se fazem planos e balanços, é-me impossível não olhar para estes meses de sofrimento, angústia e luto sem lembrar que há momentos que nunca poderei recuperar, coisas que nunca mais poderei viver e que eu própria nunca mais serei a mesma.
Racionalmente e sem qualquer vontade de vitimização, é-me verdadeiramente difícil encontrar motivos para olhar com esperança para 2010. Sei que preciso urgentemente de mudança, mas não encontro o modo de a concretizar e isso faz-me temer que este seja mais um ano de expectativas goradas.
Mas tenho de encontrar maneira de encarar o início do novo ano como uma porta para 12 meses de novas e melhores possibilidades . E vou encontrar...Nem que seja, na madrugada de dia 1, no fundo de uma garrafa qualquer.
I'll let you know.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Natal...
Este será o Natal mais triste de sempre...
Não há árvore grande e reluzente a brilhar junto à janela, não há cheiro a rabanadas pela casa, não há velas espalhadas por todo o lado e, acima de tudo, não há motivos para celebrar.
Em minha casa, o Natal sempre teve luzinhas, presépios, fitinhas, muitos embrulhos debaixo da árvore, muita comida e doces (tudo caseiro) e os preparativos começavam com antecedência: aos primeiros dias de Dezembro, a árvore e o presépio já estavam montados, a casa toda decorada, a lista de prendas feita e a ementa pensada.
Nas semanas que se seguiam, faziam-se as compras (primeiro as prendas, depois a comida) e a partir de dia 22 começava a azáfama na cozinha. Preparavam-se recheios, molhos, patés, doces e bolos variados. Passava-se a ferro a linda toalha de mesa com motivos natalícios e pensava-se no centro de mesa.
Os natais que passei na minha casa, sempre foram um sucesso: a comida era devorada com entusiasmo, as prendas abertas com alegria, os parabéns dados ao "menino jesus" da família. E, nos últimos anos, juntou-se a tudo isto a magia da nova geração a acreditar no Pai Natal e a abrir as prendas com o fervor inimitável das crianças.
Este ano, não vai ser assim... Este ano, vai haver saudades, vai haver um buraco gigante no peito e o sabor do Natal não vai ser doce, como de costume.
Este ano traz consigo a evidência de que nunca mais será possível passarmos esta época todos juntos, porque o todos de sempre já não existe. Os sabores nunca mais serão os mesmos, as decorações nunca mais serão iguais, os embrulhos nunca mais ficarão tão perfeitos e, sobretudo, os corações nunca mais ficarão tão cheios.
Ainda assim, neste ano em que tudo mudou para pior, estaremos juntos e tentaremos ser contagiados, nem que seja só um bocadinho, pela alegria e pureza das crianças. Porque eu tenho a esperança secreta de que no dia de amanhã, quando estivermos juntos, nos sentiremos mais perto de ti.*
A quem por aqui passa, desejo um Natal Feliz e cheio de paz. E não se deixem contagiar pela minha tristeza. Pensem antes naquilo e, principalmente, naqueles que têm de bom e não deixem de mostrar a quem vos é mais querido que é importante tê-lo(s) por perto, nestes dias e em todos os outros.
Não há árvore grande e reluzente a brilhar junto à janela, não há cheiro a rabanadas pela casa, não há velas espalhadas por todo o lado e, acima de tudo, não há motivos para celebrar.
Em minha casa, o Natal sempre teve luzinhas, presépios, fitinhas, muitos embrulhos debaixo da árvore, muita comida e doces (tudo caseiro) e os preparativos começavam com antecedência: aos primeiros dias de Dezembro, a árvore e o presépio já estavam montados, a casa toda decorada, a lista de prendas feita e a ementa pensada.
Nas semanas que se seguiam, faziam-se as compras (primeiro as prendas, depois a comida) e a partir de dia 22 começava a azáfama na cozinha. Preparavam-se recheios, molhos, patés, doces e bolos variados. Passava-se a ferro a linda toalha de mesa com motivos natalícios e pensava-se no centro de mesa.
Os natais que passei na minha casa, sempre foram um sucesso: a comida era devorada com entusiasmo, as prendas abertas com alegria, os parabéns dados ao "menino jesus" da família. E, nos últimos anos, juntou-se a tudo isto a magia da nova geração a acreditar no Pai Natal e a abrir as prendas com o fervor inimitável das crianças.
Este ano, não vai ser assim... Este ano, vai haver saudades, vai haver um buraco gigante no peito e o sabor do Natal não vai ser doce, como de costume.
Este ano traz consigo a evidência de que nunca mais será possível passarmos esta época todos juntos, porque o todos de sempre já não existe. Os sabores nunca mais serão os mesmos, as decorações nunca mais serão iguais, os embrulhos nunca mais ficarão tão perfeitos e, sobretudo, os corações nunca mais ficarão tão cheios.
Ainda assim, neste ano em que tudo mudou para pior, estaremos juntos e tentaremos ser contagiados, nem que seja só um bocadinho, pela alegria e pureza das crianças. Porque eu tenho a esperança secreta de que no dia de amanhã, quando estivermos juntos, nos sentiremos mais perto de ti.*
A quem por aqui passa, desejo um Natal Feliz e cheio de paz. E não se deixem contagiar pela minha tristeza. Pensem antes naquilo e, principalmente, naqueles que têm de bom e não deixem de mostrar a quem vos é mais querido que é importante tê-lo(s) por perto, nestes dias e em todos os outros.
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