domingo, 18 de abril de 2010

A aproximação vertiginosa...


...de mais uma Segunda-Feira faz-me sentir exactamente como o Garfield nesta imagem.
Mas pensemos positivo: pelo menos não estou à seca num aeroporto há três dias por causa de uma nuvem vulcânica islandesa.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Dos 18

Ontem foi o 18º aniversário de uma prima que me é muito querida e muito próxima.
Lembro-me perfeitamente de a ir visitar à maternidade logo após o nascimento, de pegá-la ao colo e sentir-me crescida, de brincar com ela e abraçá-la constantemente porque parecia uma bonequinha. Lembro-me da adoração (recíproca) que sempre teve pela minha Mãe, sua madrinha, a quem dava carinhosos diminuitivos e por quem gritava de alegria à chegada e chorava na hora da despedida.
Este foi um dia extremamente simbólico e cheio de recordações. Uma data única e marcante, celebrada num grande jantar em casa dela com umas poucas dezenas de familiares. Mas inevitavelmente, para mim a casa estava vazia. E eu cheia...de saudades e lembranças.
No regresso a casa, dei por mim a recordar os meus próprios 18 anos...O que estava a fazer e como era a minha vida. E cheguei à conclusão de que era muito mais feliz do que sabia na altura.
Quando fiz 18 anos, houve ansiedade, incerteza e medo do que me reservaria o futuro. Mas sobretudo houve descoberta: a entrada na faculdade, os primeiros jantares de curso, amizades iniciadas, os primeiros exames e frequências, disparates, paixonetas e bebedeiras. Houve também gargalhadas, muitas tardes de esplanada, sobrinhas a nascer, sobrinhas a caminho, jantares de família lá em casa.
Quando eu tinha 18 anos, havia esperança, expectativa. Não havia doença nem morte, nem responsabilidades por aí além. O mundo era um sítio cheio de possibilidades e a vida era bem mais simples e mais feliz.
Seis anos volvidos, vejo que a minha vida só mudou para pior.
Que saudades dos meus 18 anos (e tuas, tantas).

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Alerta: este post contém níveis elevadíssimos e potencialmente tóxicos de futilidade

Seguindo as sábias recomendações da Pipoca, um dia destes fui espreitar este cantinho.
E vai daí, essa fofura que vocês vêem aí em cima é, deste ontem, a mais nova residente do meu armário, porque às vezes uma pessoa precisa de se mimar com uma pequena extravagância.

E bem me apetecia estrear esta pecinha tão querida e original, mas claro que a chuva tinha de voltar em força só para me estragar os planos.

Culpa minha, que não tinha nada que ter ideias e planos porque há muito devia ter aprendido a não contar com a sorte.

Mas ainda assim, acredito que ainda vamos ser muito felizes juntas.

Digam lá que não é o mais possível de fashion?


P.S.: Desculpem qualquer coisinha, mas a escolha era pouca: ou me distraía fazendo um post parvo ou agredia violentamente a minha colega do lado com um extintor...E, assim como assim, o post não dá cadeia.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Note to self #2

A paciência é uma virtude...A paciência é uma virtude...A paciência é uma virtude...A paciência é uma virtude...A paciência é uma virtude...A paciência é uma virtude...

(Mesmo quando há gente que parece ter nascido para testar os limites da minha, não é?!)

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Springtime

Depois do Inverno, morte figurada,
A primavera, uma assunção de flores.
A vida
Renascida
E celebrada
Num festival de pétalas e cores.

Miguel Torga

Quando chega o Sol de Primavera, tudo parece melhor. E, mesmo que na realidade não seja, às vezes sabe bem acreditar que sim.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Relatório médico da semana

Um dia de relativa normalidade.
Dois dias de dores agonizantes nas costas.
Dois dias de alergias, daquelas mesmo boas que provocam longos ataques de espirros e que põem os olhos de tal forma baços e lacrimejantes que me impedem de escrever este post sem a ajuda de um lenço.

Estou em crer que o meu corpo está a desenvolver reacções extremamente adversas e incomodativas ao meu local de trabalho.
E como eu o entendo, pobrezinho.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Da estupidez humana#2

Mensagem de Voicemail ouvida, hoje (transcrição integral):

"Please, do not leave a message. Piiiiiiii (sinal após o qual geralmente se deixam as mensagens de voz)"

E desactivar o Voicemail, não, oh meu Einstein?!

Seriously, o que eu tenho de aturar...