Coxa, sportinguista, e habitante da zona do Marquês de Pombal...
Somebody, please shoot me!
domingo, 9 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Seriously??!!
Ora bem, tendo em conta que tudo me tem corrido às mil maravilhas nos últimos tempos, o que é me estava mesmo, mesmo a faltar?...
Nada mais nada menos do que uma belíssima queda no trabalho, que resultou num encantandor entorse num pé. Mas daqueles em grande: dolorosos, incapacitantes, que demoram a passar e deixam o pé num bonito tom de verde e roxo (não, não estou a exagerar, há testemunhas...)
Resumindo: estou há uma semana em casa, de pé no alto, a pôr gelo, a tentar não morrer de tédio e a locomover-me muito pouco e só com a ajuda de muletas...E o raio do pé não dá ainda sinais de estar a querer ficar bom ou sequer ser pousado no chão.
Ora digam lá se eu não sou definitivamente uma rapariguinha cheia de sorte?!
Pelo amor da santa! Eu já estou naquele ponto de achar que anda para aí alguma conspiração cósmica a querer lixar-me a vida ou que fui algum genocída numa vida passada e isto é tudo Karma.
A única parte positiva de mais este bruxedo é não ter que aturar aquele trabalho enlouquecedor durante estes dias. Só é pena que também não possa fazer mais nada, dada a falta de mobilidade, mas isso sou só eu a armar-me em esquisita.
O que me vai valendo são as visitinhas dos amigos e familiares que de vez em quando me vêm entreter com a sua companhia ou consolar com bolos, tartes ou sundaes. Obrigada a quem tem vindo visitar aqui o freakshow de serviço, by the way.
(E no Domingo passado ficaram tantos mimos por dar e receber...Quanto mais o tempo passa e pior me correm as coisas, mais avassaladora é a falta que me fazes...)
Nada mais nada menos do que uma belíssima queda no trabalho, que resultou num encantandor entorse num pé. Mas daqueles em grande: dolorosos, incapacitantes, que demoram a passar e deixam o pé num bonito tom de verde e roxo (não, não estou a exagerar, há testemunhas...)
Resumindo: estou há uma semana em casa, de pé no alto, a pôr gelo, a tentar não morrer de tédio e a locomover-me muito pouco e só com a ajuda de muletas...E o raio do pé não dá ainda sinais de estar a querer ficar bom ou sequer ser pousado no chão.
Ora digam lá se eu não sou definitivamente uma rapariguinha cheia de sorte?!
Pelo amor da santa! Eu já estou naquele ponto de achar que anda para aí alguma conspiração cósmica a querer lixar-me a vida ou que fui algum genocída numa vida passada e isto é tudo Karma.
A única parte positiva de mais este bruxedo é não ter que aturar aquele trabalho enlouquecedor durante estes dias. Só é pena que também não possa fazer mais nada, dada a falta de mobilidade, mas isso sou só eu a armar-me em esquisita.
O que me vai valendo são as visitinhas dos amigos e familiares que de vez em quando me vêm entreter com a sua companhia ou consolar com bolos, tartes ou sundaes. Obrigada a quem tem vindo visitar aqui o freakshow de serviço, by the way.
(E no Domingo passado ficaram tantos mimos por dar e receber...Quanto mais o tempo passa e pior me correm as coisas, mais avassaladora é a falta que me fazes...)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Curtas#2
Na ausência de tempo e pachorra, aqui venho eu fazer um breve resumo da minha (fascinante, diga-se!) semana:
- Senti-me por diversas vezes à beira de um enfarte, tal é o grau de irritação com uma determinada colega, com a empresa e com o mundo em geral.
- Continuo a mandar currículos diariamente e a um ritmo frenético, mas claro que não recebi uma respostazinha sequer.
- Passou mais um mês...E ao resto do mundo até pode parecer que sim, mas na verdade isto não melhora nem um bocadinho, não custa nem um bocadinho a menos e as saudades não diminuem nem um bocadinho que seja.
- Estou a contar as horas para o fim-de-semana (faltam cerca de 5h, podia ser pior!).
- Sim, já me apercebi que este blog se tornou num repositório de sarcasmo, amargura e "bitching" em geral. Acredito que blogs cheios de coisas fofinhas e histórias de amor sejam mais divertidos de ler, mas enquanto a minha vida estiver neste estado encantador, a inspiração está fraca. Portanto, tenham lá um niquinho de paciência, 'tá?
Bom fim-de-semana!
- Senti-me por diversas vezes à beira de um enfarte, tal é o grau de irritação com uma determinada colega, com a empresa e com o mundo em geral.
- Continuo a mandar currículos diariamente e a um ritmo frenético, mas claro que não recebi uma respostazinha sequer.
- Passou mais um mês...E ao resto do mundo até pode parecer que sim, mas na verdade isto não melhora nem um bocadinho, não custa nem um bocadinho a menos e as saudades não diminuem nem um bocadinho que seja.
- Estou a contar as horas para o fim-de-semana (faltam cerca de 5h, podia ser pior!).
- Sim, já me apercebi que este blog se tornou num repositório de sarcasmo, amargura e "bitching" em geral. Acredito que blogs cheios de coisas fofinhas e histórias de amor sejam mais divertidos de ler, mas enquanto a minha vida estiver neste estado encantador, a inspiração está fraca. Portanto, tenham lá um niquinho de paciência, 'tá?
Bom fim-de-semana!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Adenda ao post anterior
Afinal parece-me que preferia estar à seca num aeroporto há três dias por causa de uma nuvem vulcânica islandesa.
domingo, 18 de abril de 2010
A aproximação vertiginosa...
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Dos 18
Ontem foi o 18º aniversário de uma prima que me é muito querida e muito próxima.
Lembro-me perfeitamente de a ir visitar à maternidade logo após o nascimento, de pegá-la ao colo e sentir-me crescida, de brincar com ela e abraçá-la constantemente porque parecia uma bonequinha. Lembro-me da adoração (recíproca) que sempre teve pela minha Mãe, sua madrinha, a quem dava carinhosos diminuitivos e por quem gritava de alegria à chegada e chorava na hora da despedida.
Este foi um dia extremamente simbólico e cheio de recordações. Uma data única e marcante, celebrada num grande jantar em casa dela com umas poucas dezenas de familiares. Mas inevitavelmente, para mim a casa estava vazia. E eu cheia...de saudades e lembranças.
No regresso a casa, dei por mim a recordar os meus próprios 18 anos...O que estava a fazer e como era a minha vida. E cheguei à conclusão de que era muito mais feliz do que sabia na altura.
Quando fiz 18 anos, houve ansiedade, incerteza e medo do que me reservaria o futuro. Mas sobretudo houve descoberta: a entrada na faculdade, os primeiros jantares de curso, amizades iniciadas, os primeiros exames e frequências, disparates, paixonetas e bebedeiras. Houve também gargalhadas, muitas tardes de esplanada, sobrinhas a nascer, sobrinhas a caminho, jantares de família lá em casa.
Quando eu tinha 18 anos, havia esperança, expectativa. Não havia doença nem morte, nem responsabilidades por aí além. O mundo era um sítio cheio de possibilidades e a vida era bem mais simples e mais feliz.
Seis anos volvidos, vejo que a minha vida só mudou para pior.
Que saudades dos meus 18 anos (e tuas, tantas).
Lembro-me perfeitamente de a ir visitar à maternidade logo após o nascimento, de pegá-la ao colo e sentir-me crescida, de brincar com ela e abraçá-la constantemente porque parecia uma bonequinha. Lembro-me da adoração (recíproca) que sempre teve pela minha Mãe, sua madrinha, a quem dava carinhosos diminuitivos e por quem gritava de alegria à chegada e chorava na hora da despedida.
Este foi um dia extremamente simbólico e cheio de recordações. Uma data única e marcante, celebrada num grande jantar em casa dela com umas poucas dezenas de familiares. Mas inevitavelmente, para mim a casa estava vazia. E eu cheia...de saudades e lembranças.
No regresso a casa, dei por mim a recordar os meus próprios 18 anos...O que estava a fazer e como era a minha vida. E cheguei à conclusão de que era muito mais feliz do que sabia na altura.
Quando fiz 18 anos, houve ansiedade, incerteza e medo do que me reservaria o futuro. Mas sobretudo houve descoberta: a entrada na faculdade, os primeiros jantares de curso, amizades iniciadas, os primeiros exames e frequências, disparates, paixonetas e bebedeiras. Houve também gargalhadas, muitas tardes de esplanada, sobrinhas a nascer, sobrinhas a caminho, jantares de família lá em casa.
Quando eu tinha 18 anos, havia esperança, expectativa. Não havia doença nem morte, nem responsabilidades por aí além. O mundo era um sítio cheio de possibilidades e a vida era bem mais simples e mais feliz.
Seis anos volvidos, vejo que a minha vida só mudou para pior.
Que saudades dos meus 18 anos (e tuas, tantas).
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Alerta: este post contém níveis elevadíssimos e potencialmente tóxicos de futilidade
Seguindo as sábias recomendações da Pipoca, um dia destes fui espreitar este cantinho.E vai daí, essa fofura que vocês vêem aí em cima é, deste ontem, a mais nova residente do meu armário, porque às vezes uma pessoa precisa de se mimar com uma pequena extravagância.
E bem me apetecia estrear esta pecinha tão querida e original, mas claro que a chuva tinha de voltar em força só para me estragar os planos.
Culpa minha, que não tinha nada que ter ideias e planos porque há muito devia ter aprendido a não contar com a sorte.
Mas ainda assim, acredito que ainda vamos ser muito felizes juntas.
Digam lá que não é o mais possível de fashion?
P.S.: Desculpem qualquer coisinha, mas a escolha era pouca: ou me distraía fazendo um post parvo ou agredia violentamente a minha colega do lado com um extintor...E, assim como assim, o post não dá cadeia.
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